4 de novembro de 2008

Ah, homens...


Jane teve um ano difícil. Más companhias, maus relacionamentos, mal amada e mal empregada. Tudo passou tão dificilmente rápido que Jane colhia os frutos apodrecidos desta colheita até o dia de hoje.

Neste caminho, algumas pessoas se foram outras surgiram e como mágica as coisas foram voltando em direção a estrada, desviando daquele lodo barroso o qual ela tropeçava nas pedras.


Tantas coisas e "outras" que Jane nem acreditava. Hoje era a última pendência. Nada mais a ligava com aquele caminho tortuoso. Sonhava durante dias com este momento. Chegou a imaginar como seria ao agradecer àqueles que foram como placas indicadoras para o bom caminho.

Hoje Jane resolveu sua última curva, passou o carro, e eis que surgiu a rodovia, linda e clara no seu para-brisa. Ela pára o carro, encosta no acostamento, diante de um lindo horizonte, vira ao passageiro com os olhos marejados o agarra e diz:

- Meu amor, vencemos!

E ele, terno e com o cromossomo Y dominante que lhe é peculiar:

- Solta, tá machucando minhas costas!


turumpxxxxxx...

Jane não aprende...

"Nada é tão ruim que não possa piorar" (James Hunter)

4 comentários:

  1. Huahauhauha, Jane e todas as mulheres.

    Mulheres, a gente até aceita esses rompantes emotivos, mas favor explicar. Porque quem lê pensamentos é só o prof. Xavier (ou o gordinho do Heroes).

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  2. Médio discordo do Andarilho e digo porque:

    EU NÃO ENTENDI BULHUFAS!!!!

    Acho que ando tão sentimental quanto os homens... ¬¬

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  3. nah nem todo homen eh asentimental.
    e porque jane nunca aprende?

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  4. Coitado do passageiro... Se ele reclamou é porque deve ter doído pra burro! Será que a Jane tem unhas muito compridas? rs

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