13 de fevereiro de 2009

Jamelão e Lupscínio Rodrigues

Nunca, Nem que o mundo caia sobre mim. Nem se Deus mandar nem mesmo assim. As pazes contigo eu farei. Nunca. Quando a gente perde a ilusão. Deve sepultar o coração. Como eu sepultei. Saudade diga à esse moço por favor. Como foi sincero o meu amor. O quanto eu adorei tempos atrás. Saudade. Não esqueça também de dizer. Que é você quem me faz adormecer. Pra que eu viva em paz.

Eu gostei tanto, tanto. Quando me contaram. Que lhe encontraram chorando e bebendo. Na mesa de um bar. E que quando os amigos do peito, por mim perguntaram. Um soluço cortou sua voz. Não lhe deixou falar. É, mas eu gostei tanto, tanto. Quando me contaram que tive mesmo que fazer esforço pra ninguém notar. O remorso talvez seja a causa do seu desespero.

Você deve estar bem consciente do que praticou. Aí, me fazer passar essa vergonha com um companheiro. E a vergonha é herança maior que meu pai em deixou, mas enquanto houver força em meu peito, eu não quero mais nada. Só vingança, vingança, vingança. Aos santos clamar. Você há de rolar como as pedras que rolam na estrada. Sem ter nunca um cantinho de seu Pra poder descansar.

Dedicado a amizade neste blog, rs

3 comentários:

  1. Só tenho uma palavra para comentar esse post: ADOREI!

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  2. Putz
    se vc canta isso dos amigos, q dirá dos inimigos hein kkkkk

    bjooo

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  3. "Só vingança, vingança, vingança. Aos santos clamar"

    Dedicado à amizade??? Medo de você! hahahahahahahahahahahahahahahahaha!

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