11 de novembro de 2009

Eu, Você, Todos pela Educação.


Semana passada, fui convidada para participar com podcasters supimpas de uma reunião para ajudar o Todos Pela Educação com seus novos projetos. Claro que topei afinal educação é minha única certeza para melhorar essas coisas por aí.

Hoje, muitos blogueiros e participantes estão divulgando esta campanha e voluntariamente divulgo por aqui também. Conheça o projeto pelo site e pelo twitter também.

O Brasil só será verdadeiramente independente quando todos seus cidadãos tiverem uma Educação de qualidade. Partindo dessa idéia, representantes da sociedade civil, educadores, organizações sociais, iniciativa privada e gestores públicos de Educação se uniram no Todos Pela Educação: um movimento que tem como objetivo contribuir para que o País consiga garantir Educação de qualidade para todos os brasileiros.

O Todos Pela Educação não é um projeto de uma organização específica, mas sim um projeto de Nação. É uma união de esforços, em que cada cidadão ou instituição é co-responsável e se mobiliza, em sua área de atuação, para que todas as crianças e jovens tenham acesso a uma Educação de qualidade.

A atuação do movimento inclui o monitoramento da Educação, por meio do acompanhamento de suas 5 Metas e da divulgação de pesquisas, dados e informações relacionadas ao tema, a maior e melhor inserção da Educação na mídia, a articulação, o fomento ao debate e a mobilização da sociedade.

Para alcançar a Educação que o Brasil precisa, foram definidas 5 Metas específicas, simples, compreensíveis e focadas em resultados mensuráveis, que devem ser alcançadas até 7 de setembro de 2022:

Meta 1. Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola.
Meta 2. Toda criança plenamente alfabetizada até os 8 anos.
Meta 3. Todo aluno com aprendizado adequado à sua série.
Meta 4. Todo jovem com o Ensino Médio concluído até os 19 anos.
Meta 5. Investimento em Educação ampliado e bem gerido.

As Metas, acompanhadas constantemente, servirão como direcionamento para que todos os brasileiros participem e cobrem melhorias na Educação.

Vencer o desafio educacional brasileiro passa pelo compromisso e pela ação de todos e de cada um. Só assim, em 2022, poderemos comemorar não só nossa independência como País, mas também nossa independência como Nação.


3 comentários:

  1. Acredito q o acesso Livre e Universal à Informação sejam tanto um Direito do cidadão como dever do Estado,

    no entanto...

    observa-se q, na maioria das vezes nos últimos 200 anos isto tem sido trocado NA PRÁTICA virando um dever do cidadão e direito do Estado q geralmente tem abrido mão do mesmo em favor da iniciativa privada...

    ...Creio (ingenuamente?) q no futuro seres humano mais conscios verão c/ estranheza esse período entre os séculos XIX e XX (tal como se conta no calendário cristão) onde as elites dominantes mundiais adaptando as experiências Muçulmana e Hindu d ensino (sistema d Madrasas/Madraçal em português - http://en.wikipedia.org/wiki/Madrasah ), descobriram há cerca d 200 anos q era mto mais eficiente o controle das populações via estultice escolada construída e concedida do q da natural e imprevisível ignorância iletrada.

    Assim, no assunto Educação/Adestramento, pessoalmente partilho da opinião d gente como Paulo Freire (o falecido educador, não o deputado rs), John Taylor Gatto, entre outros; q acreditam q o caminho é justamente o contrário do trilhado até agora, ou seja, a desescolarização das sociedades: http://escoladeredes.ning.com/profiles/blogs/desescolarizando-a-sociedade .

    Afinal, a realidade tem mostrado q não há o mínimo sentido p/os estudantes (embora o faça p/o sistema) q estes sejam OBRIGADOS desde cedo a seguirem um modelo educacional q já se provou ineficiente seja pra socializar as pessoas seja p/integrá-las economicamente.
    Qual o sentido por ex. d q à fim d se acostumar ao convívio social & exercer uma ocupação (primeiro para adentrar, depois para serem [mal] adestrado[a]), alguém desperdice 15, 20 anos d sua vida e recursos nos bancos escolares do "ensino fundamental” ao “superior" para NÃO aprender na teoria regras d tolerância social e fundamentos da Maioria das funções e profissões q qq pessoa saudável nos seus 11, 12 anos d idade aprenderia na prática em algumas semanas no máximo?

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  2. realmente isso será um desafio, mas acredito que se todo mundo tiver um poquinho de conciencia e começar a cobrar por seus direitos, a coisa começa a funcionar.

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  3. Eu concordo em parte com o Marko Acosta, eu acho que o Estado realmente deixou que a educação se tornasse um negócio, bastante lucrativo por sinal, mas infelizmente não dá pra abrir mão das escolas. Eu acredito que elas deveriam ser menos isoladas da sociedade e ensinar os jovens a buscar outras fontes de informação que não a escola.
    Principalmente por que no início da formação de um ser humano é muito importante ter um referencial e esse pode ser a escola. Mas cabe aos pais também estimularem seus filhos a irem além da escola e se desenvolverem em outras atividades intelectuais.

    Em resumo, eu acho que a escola tem que continuar a existir, ela só não pode se achar fonte absoluta de informação...

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