Shakespeare pode não ter quitado suas próprias dívidas, mas insistia para que as outras pessoas cumprissem essa obrigação nos prazos. Um agiota "pão-duro", o bardo era conhecido por fornecer capital a amigos necessitados "por uma pequena taxa". "Se você negociar com o sr. Shakespeare", o pai de seu futuro genro certa vez comentou, "leve seu dinheiro para casa se puder".
Shakespeare era famoso por levar os devedores ao tribunal para cobrar dívidas não pagas, mesmo se as quantias fossem pequenas. Ainda pior, ele era um sovina de grandes proporções. Jamais gastava um centavo com os habitantes pobres de Stratford e era notório por armazenar grãos e malte durante épocas de escassez. Os acadêmicos ainda estão debatendo se a cláusula do testamento de Shakespeare que deixa a sua viúva a "segunda melhor cama" do casal seria um gesto de atenção ou o último giro no parafuso de um "pão-duro" moribundo.
Se fiz alguma coisa boa em toda a minha vida, dela me arrependo do fundo do coração. Willian Shakespeare

Shakespeare é que estava certo.
ResponderExcluirEssa eu morria e não sabia Cafeína!
ResponderExcluirSó não entendi "o q tem haver o cú kas carça" como diria algum caipira desbocado, afinal ninguém é perfeito (até pq o q é perfeito pra uns, pra outros é a devassidão, decadência rs), seja em vida ou depois d morto, qdo dependendo d quem conta, ser humano pode virar tdo, d santo à banqueiro...
ResponderExcluirShakespeare era mesmo um fanfarrão, hein?
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