30 de março de 2011

Rosas



A minha vida é tão calhorda. Estranha. Queria saber quem foi o filho da puta que escreveu esse roteiro. Deus? Então Deus, não acredito em você mas pelo visto o senhor todo poderoso acredita em mim. E eu tô aqui, no meio de um confusão maldita, que eu mesma me enfiei e nem foi por vontade própria. Pior que nem posso reclamar né? Quem é idiota a ponto de reclamar de amor??? Mas o que faço quando não consigo retribuir esse amor? O que faço quando me sinto assim.....estúpida. Não mereço amor. Não sei amar. E nem sei como me desculpar por isso. Comprei uma dúzia de rosas brancas, arranquei pétala por pétala. Meu jeito de me despedir de você. Por amor... Rosas despedaçadas, porque assim me sinto. E branca porque espero que finalmente você, minha querida, descanse. Um misto de alívio porque você descansou e dor porque estou sofrendo. Mesmo a distância. As mães não deveriam morrer.

4 comentários:

  1. Os (bons) pais, com o meu, também, não. Força!

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  2. Esse texto me fez chorar. Qualquer coisa que lembre que as mães morrem me fazem chorar. Não há o que dizer.

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